Intimacy-Mind Intimidade-Mente

Paulo Alexandre
e Castro

Livros/Books

In Construction....       

  Ensaio

Mark Rothko and Romy Castro. Matérias da Intimidade. Intimidade com as matérias. (edição bilingue português/Inglês). Charleston: CreateSpace e The Philosohy Books Company. 2013. (preço aproximado 9 euros; à venda na Amazon EUA e Europa).

Na contracapa pode ler-se: «Este livro fala-lhe daquilo que sempre quis saber sobre os pintores Mark Rothko e Romy Castro. A questão de fundo aqui colocada é: o que é a matéria para um pintor? O que pretende comunicar com a sua arte? Como o faz? Este livro procura desvendar alguns dos segredos que estão na mente dos pintores. No fundo, aquilo que une, aparentemente, dois artistas tão diferentes é o modo como estabelecem intimidade com a matéria, ainda que os conceitos de matéria e intimidade possam assumir e ser usados em diferentes interpretações.

This book tells you what you always wanted to know about the painters Mark Rothko and Romy Castro. The bottom line placed here is: what matter for a painter? What they want to communicate with their art? And how they do it? This book seeks to uncover some of the secrets that are in minds painters. In the background, what unites, apparently, two such different artists is the way they establish intimacy with matter, even that a concept of matter or intimacy may assume and be used in different interpretations.

Metafísica da Imaginação, Lisboa: BonD-Quimera, 2006 (preço aprox. 14 euros - disponível online em Wook.pt)

O livro Metafísica da Imaginação realiza uma abordagem à imaginação enquanto faculdade. O seu subtítulo Estudos sobre a Consciência Irrealizante a partir de Sartre, permite-nos situar no filósofo francês e no seu elaborado sistema. Faz-se uma análise às obras de juventude do filósofo até à sua obra maior, não deixando no entanto de afirmar os lugares críticos, mas também a importância da sua teoria da imagem nas modernas correntes estéticas, fenomenológicas ou mesmo das neurociências. A revisitação dos lugares e das chamadas «metafísicas ingénuas da imagem» (de Descartes a Husserl) constituem uma mais valia não apenas histórica como filosófica. Nos capítulos finais propõe-se um diálogo com os principais interlocutores da teoria sartrena da imagem (Husserl, Merleau-Ponty, Dufrenne), desembocando o livro numa conclusão actual (Damásio) e permitindo a abertura a outras análises.

Romance

  Loucura Azul, Porto, Fronteira do Caos Editores, Out. 2010 (preço aprox. 14 euros - disponível online em Wook.pt)

O que podem ter em comum um jovem pintor, um agente secreto da ex-URSS, uma professora universitária e dois agentes do SIS? A resposta a esta e outras questões reside na fantástica vida azul de Maurizio. Maurizio Biancusi é um jovem pintor que volta à faculdade. Conhece Sylviane Rochas professora universitária dada a práticas pouco convencionais. Envolvem-se apaixonadamente, levando Maurizio a viver uma nova e intensa vida. Tudo se complica quando conhecem Vlamidir Gordchenko, um suposto escritor russo, que os levará em desespero a cometer um crime. Ao mesmo tempo, Maurizio e Sylviane são seguidos por dois agentes do SIS, Beno e Guido, que desconfiam da troca de mensagens operada nas obras de arte de Maurizio. São eles que o vão acompanhar sempre, mesmo quando Maurizio constata que afinal Sylviane nunca existiu… Paixão, sedução, assassínio e mistério são alguns dos ingredientes que fazem de Loucura Azul um livro original, apaixonante e intenso.

Teatro

  Aqui entre nós, Porto, Papiro Editora, Dez. 2010 (preço aprox. 9 euros - disponível em Buknet)
 
"Como Foucault nos ensinou a ver, a loucura tem sido um companheiro da cultura europeia desde a Idade Média. Paulo Alexandre e Castro coloca em cena três internados com a alienação mais perigosa de todas: a lucidez. Apenas um pequeno número de outros autores construíram personagens com excesso de lucidez. Pense-se, entre outros, em O Alienista, de Machado de Assis, ou em Os Físicos, de Dürrenmatt, a que poderíamos acrescentar o Dr. Mabuse, de Fritz Lang, ou o Dr. Strangelove, de Stanley Kubrick. Seria bom que algumas peças futuras nos auxiliassem a compreender o que em Aqui Entre Nós está já equacionado: será que a vida normal, lógica e bem organizada é, de facto, uma manifestação de loucura?" Manuel Curado in Prefácio
Poesia

Há flores de plástico e gravilha a enterrar a memória. Lisboa: Esfera do Caos, 2014 (preço aprox. 9 euros - disponível em qualquer livraria e online)

“As palavras da poesia não têm regras precisas, cânones definidos, ortodoxias impostas; gosta-se, não se gosta. É tudo! Eu gosto do que o autor escreve. Paulo Alexandre e Castro revela essa heterodoxia, heresia e desregramento sobre a morte neste livro que tem o horrível título Há flores de plástico e gravilha a enterrar a memória. Mas é horrível porque é preciso, porque nos dá a verdade que nenhum de nós quer enfrentar. Temos medo, temos dor e em vez de como o autor refletir sobre o medo, a dor da morte, fugimos de tudo isto na esperança vã de jamais sermos apanhados. Mas um dia também teremos a nossa campa de mármore branco, lavada a lixívia com alto grau de pureza, e quem sabe, com flores de plástico e gravilha a enterrar a memória. No fundo, com esta obra podemos ‘aprender’ a morrer, isto é, a valorizarmos a vida que nos foi dada viver.” Henrique Monteiro, Jornalista, Redactor Principal e ex-Director do jornal Expresso

Excerto do Prefácio de Daniel Serrão:
“Li os poemas deste livro com crescente atenção e concen­trado esforço de os sentir. Poesia sarcástica, cruel, envolvida na obscenidade da morte, no vazio da vida e na difícil mímica do amor. Melhor, nos múltiplos rituais da comuni­cação amo­rosa. Veio-me à ideia Manuel Bandeira, ‘estou farto do lirismo bem comportado’; e a sua teoria do poeta sórdido, ‘aquele em cuja poesia há a marca suja da vida’. Porque é assim a Poesia de Paulo Alexandre e Castro. Um ritmo ondulante, ora lento ora rápido, toma conta de nós e faz-nos sentir o pulsar da transformação em poesia das tais marcas sujas da vida. Mas, por vezes, há um súbito raio de luz e, com muita delicadeza formal, surge um cenário de penetrante análise da vida vivida.” Daniel Serrão, Médico e Ensaísta

Gramática do @mor Tecnológico, Porto, Papiro Editora, 2009   [reimpressão janeiro 2011] (preço aprox. 8 euros - disponível online em Buknetou Wook.pt))

 O livro Gramática do @mor Tecnológicotraça os contornos do amor moderno. Não se trata de ditar as regras ou as normas de que se compôe uma língua, mas antes de estabelecer poeticamente as linguagens, os lugares, as situações em que se desenvolvem as novas relações amorosas tendo como pano de fundo os modernos meios tecnológicos, como as sms's, o messenger, os chat-rooms, as redes sociais. Utilizando uma linguagem urbana, despretensiosa, o livro intersecta o banal e o sublime, do gesto mais simples ao horizonte constitutivo dos sonhos. Partindo de uma pretensa situação amorosa, procura-se por vezes em tom irónico, re-velar os sentimentos e as emoções traçadas e geradas a partir do enamoramento cibernético, sem nunca deixar de salientar a importância desse sentimento que impele a vida: o amor. O amor tecnológico faz-se de rápidas ilusões, de efémeras expectativas, e desfaz-se na instantaneidade, na vertigem de um próximo amor, colocadas que sejam as (im)possibilidades de um dos sujeitos, e por isso fica a advertência final: «sofrer por amor pode ser prejudicial para si e para os que o rodeiam».

 Toda a Poesia Nua / Coisas da Morte - La Poésire mise à Nu / Sujets de la Mort, [bilingue] Lisboa, Chiado Editora, 2008  (preço aprox. 12 euros - Disponível online em Buknet)

 O livro Toda a Poesia Nua constitui uma procura pelas coisas na sua pureza, na sua nudez. Coisas dadas no quotidiano, coisas que acontecem e requerem o olhar poético (e quantas vezes filosófico) despretensioso, despreocupado, nu do poeta para re-velar em linguagem corrente a magia do fenómeno enquanto acontecer próprio da(s) coisa(s). A segunda parte do livro Coisas da Morte mais do que revelar os lugares, figuras, situações em que a vida se faz no caminho para a morte, dá a ver o fenómeno do amor, enquanto declaração profunda da emoção que uma partida sempre acarreta. O lugar da nudez é assim e também o lugar onde se pode celebrar a vida, mesmo que a morte em fundo se revista como horizonte inegável. As coisas da morte, seja figurada, metafísica, ou real, que sempre acontecem numa relação próxima ao amor: perder alguem, é morrer um pouco, ou como se diz, «o fim de um amor é uma morte que mata sem se morrer»... 

Obras Colectivas-Literatura:

 Antologia da Moderna Poética Portuguesa. Porto: Seda Publicações, 2013. (preço aprox. 12 euros)

Livro que reúne um conjunto de poetas selecionados, em temática livre e que são representativos da moderna poética portuguesa. Participam entre outros, os seguintes poetas: Alberto Pereira, Ana Homem de Albergaria, Filipa Leal, Maria João Cantinho, Ricardo Gil Soeiro.

 

 


 Cem anos, 100 Palavra. Porto: Ed. Universidade do Porto, 2012.

Livro que reúne os melhores micro-contos seleccionados do concurso estabelecido aquando da comemoração dos cem anos da Universidade do Porto em 2012.

 

 

 

 


 A Traição de Psiquê - Poesia do Amor e do Erotismo, Porto, Lugar da Palavra, 2009  (preço aproximado 11 euros)

 Livro que reúne um conjunto de escritores, sob o desafio do amor e erotismo na poesia (conjunto de textos em poesia e prosa poética). Participam entre outros, os seguintes escritores: Glória Costa, João Filipe Pimentel, Florbela de Castro, Octávio da Cunha, João Bosco da Silva, Ana Bijóias Mendonça.

 

 

 


        Obras Colectivas-Ensaio:

 

- «Metáforas do pensamento ou ambivalência da linguagem? Considerações intempestivas sobre a metáfora de Aristótles a George Steiner», in Oscar Parcero Oubiña, Roberto Sixto Blanco e Matín González Fernández (eds), O Discurso Filosófico: da Póética à Política. X Simposio Luso-Galaico de Filosofia (Santiago de Compostela, USC, 2015), 151-167.

 

 

 

 

- «María Zambrano e a Agonia (Actual) da Europa. Homenagem ao pensamento da(s) Filósofa(s)», in António Pedro Mesquita et al. (eds), A Paixão da Razão (Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2014), 753-761.

 

 

 

  

 

- «Paradoxo (in)confluente: Neuroarte, bioarte ou nenhuma arte?» in Ana Gabriela Macedo, Carlos Mendes de Sousa, e, Vítor Moura (eds), As Humanidades e as Ciências. Disjunções e Confluências (Braga: Húmus e CEHUM, 2014), 515-534.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

- «De Borat a Os Simpsons: a morte da idiotia e o renascimento da idiotice ou o estranhamento do mundo», in Cristina Álvares, Ana Lúcia Curado, e Sérgio Guimarães de Sousa (eds), Figuras do Idiota – Literatura Cinema Banda Desenhada (Braga: Húmus e CEHUM, 2014), 155-168.

 

 

 

 

                 - «Agapé: uma proposta metodológica para a boa direcção da mente na filosofia prática», in Sentir a Verdade da Razão (Braga: APEFP, maio 2014), 25-48.

 

 

 

- «Veritas in Fabula ou Imaginação e Poesia do Mundo em Descartes», in Poética da Razão – Homenagem a Leonel Ribeiro dos Santos (Lisboa: Edição do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2013), 503-516.

 

 

 

 

 - «Alienação e escravatura a partir de Precious ou aquilo que não queremos ver» in Avanca Cinema 2013 (Avanca: Edições Cine-Clube de Avanca, 2013), 66-72.

Neste volume encontram-se reunidas mais de 400 comunicações (international Conference) feitas durante o encontro de cinema Avanca Film Festival.

 

 

 

 «A imaginação - O último reduto entre Deus e Ciência» in Manuel Curado (ed), Porquê Deus se temos a Ciência?, (Porto: Fronteira do Caos Editores, 2009), 211-227.

 O livro Porquê Deus se temos a Ciência? reúne um conjunto diversificado de ensaios, resultado de um colóquio promovido com o mesmo nome organizado pela Sociedade Portuguesa de Ciências Cognitivas. As abordagens realizadas reuniram especialistas de diversas áreas, da medicina à filosofia, das ciências cogntivas à psicologia, e propuseram-se pensar sobre a intersecção destes dois conceitos, vulgarmente aceites como opostos e que no entanto se permitem cruzar em horizontes até então insondáveis. Das recentes descobertas neurológicas a (alguma) tradição filosófica que procurava explorar a sede da alma e o lugar de Deus na mente humana, as visões apresentadas ganham valor acrescido quando pensadas à luz da sociedade contemporânea em luta pela descoberta do sentido íntimo da vida.

 - «Metamorfoses (in-) actuais sobre a realidade humana ou o vazio da era pós-moderna» in Carlos Guardado da Silva (ed), História do Sagrado e do Profano - Turres Veteras, (Lisboa: Colibri / Câmara Municipal de Torres Vedras, 2008), 253-263.

 A História do Sagrado e do Profano, reúne neste livro um conjunto de ensaios que partiram da realização do colóquio intitulado Turres Veteras X, (realizado em Torres Vedras) e que juntou especialistas de diversas áreas que reflectiram sobre o fenómeno do sagrado e do profano. Podem ser encontradas abordagens que vão desde a roma antiga à contemporaneidade, e portanto desde o fenómeno do acto religioso politeísta à ausência de deus na sociedade de consumo, ao vazio pós-moderno. Análises como as raízes cristãs da Europa, aos fenómenos locais e regionais da junção do sagrado e do profano, as representações oitoentistas de santos, a homosexualidade feminina em mosteiros e conventos ou tão simplesmente os fenómenos como a caridade e filantropia, são apenas alguns dos items que aqui se podem encontrar.

 - «Da crença da imagem do sujeito ao poder da sociabilidade das imagens contemporâneas: o prenúncio do fim da intimidade do homem», in Vitor Oliveira Jorge e José M. Costa Macedo (eds), Crenças, Religiões e Poderes. Dos Indivíduos às Sociabilidades (Porto: Edições Afrontamento, 2008) 75-91.

 O livro Crenças, Religiões e Poderes é uma obra colectiva, multivocal, diversificada que resultou da 11ª mesa-redonda de Primavera na Faculdade de Letras em 2007. Diversos autores com diferentes formações académicas (da Filosofia, História, Arqueologia, Sociologia, Antropologia, etc)  procuraram pensar sobre as relações entre as crenças, as religiões e os poderes, seja através do simbolismo das imagens, dos saberes e fés, das políticas inquisitórias como as do antigo regime, ou das diferentes formas invasivas que catapultam o sujeito para fora da sua intimidade. Uma obra cuja riqueza reside precisamente neste diálogo plural que se quer aberto e que visa criar uma ecologia de um saber que não se pretende académico mas rigoroso e aberto à inquietação.

 

 «A Ontopotencialidade da linguagem em Heidegger» in Irene Borges Duarte, Fernanda Henriques, e, Isabel Matos Dias (eds), Heidegger, Linguagem e Tradução (Lisboa: Edição do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa,  2004), 405-416.

Este livro eune os ensaios de um colóquio com o mesmo nome, realizado na Faculdade de Letras em 2002. O livro não se limita a ser mais um livro sobre Heidegger; aborda sobretudo a problemática filosófica da tradução, quer do ponto de vista hermenêutico quer do ponto de vista de uma fenomenologia da linguagem, e procurou enquadrar nesta temática o caso particular de Heidegger. Não se restringindo contudo ao tema da tradução, os ensaios apresentam outras reflexões em torno da linguagem, inserindo a estética, a fenomenologia, a história no seu horizonte, o que por sua vez permitiu trazer ao diálogo outros autores ligados como Platão, Aristóteles, Nicolau de Cusa, Santo Agostinho, Espinosa, Derrida, Ricouer, entre outros. 

 

 «A função social do arte – A responsabilidade do artista na construção (estética) da sociedade» in Mário Jorge Branquinho, Paulo Alexandre e Castro, e, Sérgio Reis (eds) Arte(s) Estética(s) (Seia: Edição da Câmara Municipal de Seia, 2002), 7-14. 

 Este livro contém um conjunto de ensaios relacionados com a filosofia da arte e a estética, e decorre da reunião de especialistas em torno de um colóquio om o mesmo nome, integrado na «Artis 1 - Festa das Artes em Seia», realizado em 2002. Podem ser encontradas abordagens tão distintas e em áreas tão diversas como as teorias da arte e da estética, a música, o cinema, a pintura, o teatro, tendo sempre como fundo o paradigma de uma arte essencialmente estética, ou seja, reinvindicando o lugar e o diálogo que toda a arte deve ser uma experiência estética profícua e geradora de vivências.

Catálogos

Narrativa de fugas: o corpus umbilicus na cesura do tempus, Ed. da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, de 22 de Maio a 27 de Junho de 2010.

O catálogo Narrativa de fugas, de Alexandra de Pinho procura exaltar a coerência e inteligência de uma abordagem desde sempre assumida e que muito dignifica o trabalho artístico e estético da jovem (mas muito talentosa) artista portuguesa. Salienta-se a técnica, já muito apurada, mas também o olhar deambulante da artista, que ora se deixa navegar na poesia do humanus, ora se deixa apreender na censura do tempus moderno. Entre uma e outra sentimos a cesura do acto primeiro, o corte do cordão umbilical que marca a fuga para frente...

 Luminescências, Moura, Ed. da Câmara Municipal de Moura, 22 de Novembro a 14 de Dezembro de 2008 

 O catálogo Luminescências da pintora Alexandra de Pinho, procura - mais do que explicitar o trabalho pictórico-, uma revelação do pensamento teórico da artista, muito profundo e enraízado na sua pesquisa em torno do corpo humano, e em particular do umbigo, como centro de desvelação e projecção da ek-sistência humana. A exposição Luminescências traz à luz na sua fragilidade, no seu aparecer, o fenómeno de 'omphaloskepsis', como marca primeira de um estar-aí projectado no mundo. Trata-se de ver o homo umbilicus com a sua luminis relacionada num horizonte ontológico até então pouco sondado, ou seja, de procurar perceber os momentos da arqueologia, da exploração e de transição dada pela corporeidade do sujeito nas percepções e movimentos do mundo. A pintura de Alexandra de Pinho é uma cartografia corporal de extraordinário valor e merece ser observada intemporalmente.